quarta-feira, 20 de junho de 2012
O sr. McDonalds tinha um fast-food. Ía ía ô.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Sobre os puros e os impuros.
sábado, 2 de junho de 2012
Periférica.
é ruído,
fluído,
expelido,
percebido,
desvalido,
perdido
entre outros tantos sinais.
Herdei seu nome
é ruído...
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Realizar. (Das Realidades)
Tom meio amarelado.
Ator meio sequelado.
Feito, embalsamado.
Velho acamado.
Organismo calcificado.
Político precipitado.
Núbio, homosexualisado.
Valor exorbitado.
Cunrinthia desclassificado.
Perdoo, perdurado.
Patrão empregado.
Sem virgula, desgovernado.
Ser descontextualizado.
Um escrever tão demorado.
Algo que escrevi errado.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Tudo dito é tão pouco (os 7 anos de Júlia).
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Passos e paixão.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Que vive nos burgos.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Num mundo tão alegre...
sábado, 17 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
A mulher internacional...
quinta-feira, 1 de março de 2012
Complacência...
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
A Realeza (Realidade).
sábado, 25 de fevereiro de 2012
As Crônicas de Waldemar - Comigo não morreu!
- De jeito nenhum, o que você quer você pode ver, e o que eu quero, onde está?
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
A música Dois anos.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Andares
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Janelas..
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Contemplação.
No particular de cada letra.
Naquele "Ali" entre as linhas.
Com pertences perdidos.
Objetos e verbalizados.
Salvos, de nós mesmos.
Das memórias, palavras.
Da fala, meus dedos.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Dizia o bafo.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O Profeta.
Denuncia a beleza.
Denuncia as letras.
Ou o próprio passado.
Denuncia seu trabalho.
Denuncia-se escravo.
Renuncia a outra hora.
Anuncia agora.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Veranêio.
Mas se este sorriso não for samba, eu não sei o que é.
O que há? Pra ser tão riso este samba morena?
O que há? Pra me prender por dois verões aqui?
Se são só palavras que tenho, elas te dou.
E com todas as palavras do mundo dá pra escrever amor.
Um sol, dois sóis, em um planeta distante.
Anzol, anzóis são girassóis, pra falar de nós.
Jack eu estou tão feliz, parabéns.
Vamos aproveitar o dia.
Jack eu estou aqui tão feliz.
Vamos aproveitar seu dia.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Á República Federativa do Brasil.
Mata-me.
Prostitui-me.
Rouba-me.
Minta-me.
Traia-me.
Cobiça-me.
Enquanto beijo-te.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Ignominia.
Há de se saber que o mundo é tão hostil quanto um pitbull faminto.
Com um tarado sem cinto armado e regado pelo ódio ao amor.
Assim, assado, ácido este fardo pesado.
Exigido como a morte aos que sentem.
Meu amor, eu sinto muito.
domingo, 13 de novembro de 2011
Atoa.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Tolstói.
Era um camponês rico, de mãos grossas e olhar de felicidade tímida que transbordava fé. Era um rico camponês russo, me arrancava o sono com seus ruídos sobre anjos e demônios, sobre falácias de nervos humanos á beira do caos. Me atirava no seu mundo enquanto eu imaginava casacos grossos, roupas penduradas num varal ao vento congelante de uma tempestade de neve ou numa prisão com o pior odor de lama e lodo que já imaginei. Era um alcoólatra que sabiamente seguia o caminho de casa. Era eu quem congelava ao ver Ivan morrer. Era eu quem perecia ao poder da palavra.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Variante.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
GRANADA.
sábado, 8 de outubro de 2011
Afogo, afago.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O menino que salvou a menina.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
As Crônicas de Waldemar. [Fragmentos]
Vagabunda mente que eu tinha.
domingo, 18 de setembro de 2011
De certas ações.
Desagradável como o favo de mel.
Extravagante com um engano.
Finito como um pequeno anel.
Sincero como um bocejo.
Feito os raios de dois sóis.
Aproveitando o ensejo.
Sentir nós dois a sós.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Asno, pasmo.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Em resposta, respondi.
O artista carrega a sua versão de angústia do mundo, arranca beleza disso pra que ele não desabe nú sobre ele mesmo.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Onde é o lugar.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
As 20pm.
Amanhã menos ou mais cinza.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
A falta de respeito.
terça-feira, 7 de junho de 2011
O caminho do vento.
Aquela de terra vermelha.
O ar adorava a bagunça.
Que faziam as folhas em dança.
A vida das folhas em um último ato.
A beleza daquilo é um drama.
É gente fugindo da bruma.
É janela batento á força.
Deixando a casa segura.
O ar em seu último canto.
A figura que sobe resiste.
A força que empurra pro alto.
Querendo voar mas existe.
A lei que o segura aqui em baixo.
O velho em seu último salto.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Inferno Astral.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Mundado.
As necessidades da letra de mim.
Veja você.
O pensamento no dia de ontem.
As vezes amo um não, mas sempre amo um sim.
Vejo você.
sábado, 21 de maio de 2011
O Velho.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Pra onde? Pra já.
Amo como o som do acordeon.
Amo como simples passeio do ar pelo diafragma e trazendo canto aos lábios.
Amo como a vontade de dançar um som desajeitado.
Amo como a força do azul.
Amo como? Amo assim, desafinado.
Amo como o álcool se com o amor comparado.
Em meio a meus temores descubro o quanto a amo.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
A teoria do trigo.
Não é o medo de morrer, é obsessão pelo que se diz vida.
Porque até aqui a morte é uma senhora desconhecida.
Para alguns uma megera, para outros ela é até bem vestida.
Rastejando por entre os tempos, carregando os homens á sua existência infinita.
Em homenagem a Juvenal Ramos "1945 á 2011".
terça-feira, 19 de abril de 2011
Em vão trabalha o construtor.
sábado, 16 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Ela já viu o inferno.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O Um.
A dor que me nausea o cada.
Em signo fico.
A dor em peso ar.
A ar em pleno peso.
Vivemos por trocados.
Matamos por eles.
Em último caso.
segunda-feira, 21 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Engajado.
É tudo dobrado.
É quase casa.
É quase casado.
É o salário.
É o assalariado.
É assim que vê.
Um casal assustado.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Já cke tem felicidade, Jack.
Já cke os cantos tem poeira, qualquer luz á faz dourada.
Já cke a foto é seu querer, o meu é escrever.
Já cke a vida não é justa, nesta folga cabém dois.
Já cke verso é todo escrito, verbo é o verso dito.
Já cke não vivo muitos anos, um de todos, é todo de um.
Já cke vício é além de mim, o que sinto é bem assim.
Já cke posso escolher, quero sombra e água fresca depois do trabalho.
Já cke...vai que.
Já cke seria ótimo acordarmos juntos, vamos dormir de tarde.
Já cke aproveito a data, pra fazer uma piada.
Já cke parabéns, somos plural. É paranós.
Já cke tenho mil caminhos, jamais morreremos sozinhos.
Já cke que conclusão é fim, vou deixar me reticênte...
Já cke hoje sou não sei, meu futuro é saberei...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Folh'em vento.
Tal como a ponta agúda da faca atravessa o músculo, vê-la em águas nada tranquilas faz-me exigir que paguem ao erro de acreditar em palavras e cegar-se para uma faceta.
Que paguem! Por meu nome! Por seu choro!
Que recebam ausência.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Devo.
Das mãos, obra.
Dos pés, caminho.
Da fé, amor.
Do pensamento, reflexo.
Da alma, vida.
Da vida, morte.
Da morte, eternidade.
Da eternidade, você.
De você.
Devoção.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Eu, um criado mudo.
Dono do nome que me espanta.
Dono. Mesmo. Assim.
Dono de mim.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A ponte de nós.
O balcão da padaria.
O final do expediente.
O balcão da padaria.
Confessionário indecente.
No balcão da padaria.
Sem nada na mente.
O balcão da padaria.
Você na minha frente.
No balcão da padaria.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
o Dito, cujo.
É tudo cópia, é tudo circular. Século pós-traumático, miserável em que nem tudo deve ser explicado, e nada é desabafo.
Tudo é um desperdício, incluso eu e minha falta de tempo de dissertar sobre isso.
Me morro escravo, me morro adicto das cédulas, de crédito, me valho de horas, me visto do que acredito, mas nada digo, sendo assim, nada é dito.
Sim, por pouco eu não desisto.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O Fruto Permitido.
Era apenas isso “um vendedor feliz demais” oficial, do seu ofício: vender frutas aos apressados, cada um com sua pressa e ele, com um sorriso, com uma canção, com uma frase, com um movimento de pés que faziam tranças e levavam quase a queda. Um minuto a menos e seria julgado alcoólatra, promíscuo, marginal.
O minuto a mais é que surpreendeu meus pobres juízos, o filho daquele homem acabava de nascer, assim, simples, como nasce o sol, como nasce o ano, o vendedor feliz demais celebrava a vida, dele e de seu primogênito com um feliz ano novo.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Findado.
À todas as coisas dadas ao fim.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Cross The Line...
Existe uma linha que separa dois mundos. Em um típico cenário urbano, uma bela jovem se depara com uma situação inesperada na qual ela tem a escolha de poder mudar a realidade.
http://phanton.art.br/crosstheline
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Não me esqueci do e...
Todo brado pequeno, enquanto viver, permanece terno.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Vistoso.
As mãos que seguram, seguro.
A coragem do peito cora agora o rosto.
E no rosto, a coragem dos outros.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Anzol.
Meus passos políticos.
Os meus sufocos.
Meus lixos.
Meus vícios.
Minha sorte maldita.
Mal vista.
Mal quista.
Sobreposta á tendência.
Ou mais um nome na lista.
Amada.
À maneira.
Quase alquimia.
Musicalidade.
Quase poesia.
A eles um suor barato.
A você um com zelo.
Empenho.
Confesso ando meio cansado.
Mas reconheço nobre o engenho.
Labutei no ferro e no fogo.
Só eu e meu caminho.
Hoje se mato, se morro.
Isso.
Não faço sozinho.
Não abandonei meu andar.
Disso sou feito réu.
Minha liberdade.
Anelo.
A todo vapor para o céu.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O proposto magnetismo da epiderme.
Na calçada.
Hoje descalça-me.
Sentada.
Parada.
Hoje descansa-me.
Proponho estar.
Aceita ficar.
Todo o contrário do mal.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Nato, mato.
É fato nascido em mim.
O ato, já pensado.
E se me calo.
Farei assim, calado.
Falando será confessado.
O verbo carnificado.
Será dono do meu pecado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ver de perto.
Esqueci todo terror e verbalizei o amor que é meu.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Reguei a roxa flor!
Me rouba de você, te rouba de mim.
E todo dia, a todo minuto, com todo esse furto, pobre tempo sem saber, vai juntando nosso futuro.
domingo, 3 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Congênito.
Vou mudar meu fim, tal qual um homem muda de rua.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Expedi permissão.
Minhas veias cômicas e serenas.
Meus sapatos velhos e sujos.
Minhas mãos e palavras.
Minhas escolhas, as certas e erradas.
Meus cantos do quartos.
A tudo isso, brindo.
E dedico meus verbos versados.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Credulidade. [Subversivo].
A nossa arte, voz, coro e linha, não é, e nunca será plataforma de pretos, brancos, verdes ou vermelhos. Será sim promotora de pensamento e reflexão.
Qualquer afirmação de posição lateral será feita e defendida pelo indivíduo em sua particularidade.
Nós, em contra partida, favorecemos o bem comum. Não subestimaremos nossos sonhos, pois sim, sonhamos.
#naosejarelevante.
1 - Faça-se de entendido de politica;
2 - Faça-se de partidario;
3 - Ataque a integridade de qualquer candidato sempre que puder;
4 - Identifique uma maioria ou potência e parta a cara dela;
5 - Faça "bem comum" se tornar "meu próprio benefício"
6 - Certifique-se que tudo isso é verdade, se não for, convença-se de que é;
7 - Perca tempo analisando os ganhos que você terá na ausência de todos os seus candidatos nos próximos anos;
8 - Use seu poder de influência e manipule o maior numero de pessoas que puder.
9 - Subestime o povo da sua própria nação, denominação e partido.
10 - Sempre use dinheiro.
Ainda aceito idéias.
domingo, 26 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Uma melodia.
Um tango.
Um samba.
Qualquer dança.
Que seja você meu par.
Que seja Deus nosso dançar.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A viva, o barro.
Sempre me encontrei no sopro que nasci.
Sempre fui fiel a minha humanidade.
Por tentar ser certo só errei, este foi o erro que cometi.
Sê certo, por obséquio, sê certo em mim.
sábado, 4 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
As verdades de meias.
Teu ofício faz sorrir, teu ócio é ser solicitado.
Tem por pressa ser um homem, um pobre homem cansado.
domingo, 29 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Fração.
Vem a manhã, e meus sentidos procuram teu perfume pra compor meu dia.
Somos um par de velhos cansados, usando os próprios termos.
Somos um par de palavras usadas, sem desespero algum pra ser feliz.
Somos nossas próprias escolhas.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
[Fragmentos de] Mim. Digo-lhes.
Caminha cansado por aquelas calçadas com o frio lhe cortando as rugas. Determinado a caminhar até a marquise mais próxima para descansar, não do frio ou do trabalho pois o álcool fará isso por ele, mas sim dos olhares de todo um dia, de toda uma vida, de todos que são nós.
Seus passos nada firmes, mas certeiros são tirados do caminho seguido, e pela sua fé levado a ver a imagem de sua padroeira numa caixa de vidro protegida do frio, das mãos e ameaças dos viventes de fora da redoma.
Ele suspira parado, numa oração silenciosa, como se desejasse uma casa assim, como a dela, com flores, luzes e respeito. Talvez ele nem acredite nela, mas nada, nem o frio ou a fome arranca-lhe a fé e a querência de sua dignidade.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O Lenço, a Dama e eu um Escritor vagabundo.
Será que ela queria que meus olhos ficassem aflitos a beira da estrada olhando todo e qualquer veículo que parava esperando ela saltar pra vê-la?
Será que ela queria me roubar os pensamentos de toda uma noite?
Será que ela, com um poder desconhecido - mas belo - quis me preservar pra si?
Será que ela gostaria de ter ficado junto ao lenço e se protegido do frio?
Será que ela própria teria por vontade, me esperado e me acalmado a madrugada com o próprio perfume?
Pensando bem, acho que ela só esqueceu o lenço...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
oBrasileiro.
Só preciso de mais prática!
Eu não quero ser bandido.
Só não quero ser roubado!
Eu não quero ser lembrado.
Só não quero ser esquecido!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Folga.
Que arrudia o braço.
Que não pede espaço.
Que é de grama e não de mato.
Que desenha em nós.
Amor.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Carranca.
Que repousam no quadro.
Que repousa na parede.
Que repousa no chão.
Que repousa toda a gente.
Que repousa todos nós.
